EXTINTOR DE INCÊNDIO CLASSE K - COZINHAS
- Cilindro fabricado em aço inoxidável polido;
- Mangote de descarg ...
Profissão: Bombeiro
Em 1851 ocorre um incêndio na Rua do Rosário (atual Rua XV de Novembro ...
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Serviços

- Aprovação de Projetos de Segurança contra Incêndio e Pânico – Decreto 897 de 21 de setembro de 1976;
- Contratos de Manutenção;
- Equipe de Brigada de Incêndio;
- Instalação de Rede de Sprinkler’s;
- Instalação de Rede Preventiva e Canalização de Incêndio;
- Instalação de Sistema de Pressurização – CMI(Casa de Máquina de Incêndio);
- Instalação e Manutenção de Portas Corta-fogo;
- Instalação e Manutenção de Sistema de Detecção de Incêndio;
- Instalação e Manutenção de Sistema de Pára-raios;
- Testes Hidrostáticos em Mangueiras;
- Treinamento de Combate a Incêndio;

 Projetos de Segurança e Assessoria Técnica
De acordo com o Decreto nº 897 de 21 de setembro de 1976, o Governo do Estado do Rio de Janeiro estabelece que os diversos tipos de edificações, conforme sua classificação deve possuir medidas de segurança contra incêndio e pânico determinadas pelo Corpo de Bombeiros Militar do Rio de Janeiro.

O Projeto de Segurança Contra Incêndio e Pânico tem por finalidade estabelecer dispositivos fixos e móveis, assim como meios complementares que visam impedir, proteger e minimizar os danos causados quando na ocorrência de um sinistro de incêndio ou pânico em uma determinada edificação. É exigido pelo Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro, com base no COSCIP - Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico, Decreto Nº 897 de 21 de setembro de 1976, nas seguintes situações:
- Para edificação com o mínimo de 03 pavimentos e área total construída superior a 900 M²;
- Para as edificações residenciais transitórias e coletivas; hospitalares e laboratoriais que possuam mais de 02 pavimentos e área total construída superior a 900 M²;
- Para as edificações mistas (comercial e residencial), públicas, comerciais, industriais e escolares devem possuir sistemas fixo de prevenção quando possuírem mais de 02 pavimentos ou área total construída acima de 900 M²;


Observação: A edificação com o máximo de 02 pavimentos e área total construída inferior a 900 M² é isenta de Dispositivos Preventivos Fixos Contra Incêndio, devendo, entretanto ser protegida por extintores ou outros dispositivos determinados a critério do Corpo de Bombeiros;
O Projeto de segurança contra incêndio e Pânico é constituído principalmente por um conjunto de plantas arquitetônicas, onde serão indicados o tipo, localização e quantidade de equipamentos de segurança contra incêndio necessários as proteções de uma determinada edificação, constam especificações técnicas dos procedimentos, localização dos hidrantes de incêndio, extintores, portas cortas fogo, sistema de pára raios, cálculo e dimensionamento da potência das bombas, perdas de carga, materiais e instalações a serem utilizados.
De acordo com a finalidade e as características arquitetônicas da edificação, poderão ser exigidos alguns sistemas de prevenção e combate a incêndio tais como:

  • Canalização do Sistema Preventivo (em 2 ½") ou Rede de Incêndio (em 3"), conforme a classificação do risco de incêndio e da carga incêndio da edificação;
  • Sistema de Bombas de Combate a Incêndio (eletrobombas, motobombas, bombas jockey, etc);
  • Rede de Chuveiros Automáticos (sprinklers);
  • Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas(Pára Raios);
  • Portas Corta-Fogo para Saída de Emergência;
  • Escada Enclausurada, etc

A responsabilidade técnica deverá ser confiada obrigatoriamente a empresas e engenheiros de segurança inscritos e credenciados no Corpo de Bombeiros.

Os projetos de segurança são tramitados junto a DGST (Diretoria Geral de Serviços Técnicos), devendo-se aguardar a tramitação (análise) do mesmo que é realizada numa média de 30 dias. Caso o processo recaia em alguma exigência, a mesma deverá ser cumprida e o processo retorna ao procedimento de análise. Para execução do Projeto de Segurança Contra Incêndio e Pânico são necessários os seguintes documentos:

  • Plantas originais em vegetal ou disquete contendo as plantas em programa Auto CAD (planta de situação, pavimento tipo, planta baixa, fachada, etc.) aonde os dispositivos de incêndio serão assinalados e especificados. Após a marcação dos dispositivos de incêndio o cliente fornecerá 02 (duas) cópias de cada planta, devidamente assinadas pelo proprietário e engenheiro responsável pela obra;
  • Xerox da Identidade do Proprietário ou responsável legalmente comprovado;
  • Xerox da Escritura do terreno ou contrato de locação;
  • Xerox do Contrato Social;
  • Recolhimento junto ao ITAÚ da guia de emolumento taxa a ser calculada com base na metragem quadrada da obra;
  • Recolhimento da taxa de Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) junto ao CREA, devidamente assinado pelo proprietário do imóvel.

As edificações cuja construção foram realizadas anterior à vigência do COSCIP devem executar o Projeto de Adequação. Neste caso, para essas edificações, a critério do Corpo de Bombeiros, não são exigidos alguns dispositivos fixos tais como Escada Enclausurada, Casa de Máquinas de Incêndio independente, etc. Em virtude da construção dessas edificações cuja construção foi realizada anteriormente a vigência do COSCIP (ano de 1976), são feitas adequações das exigências do Código para as características individuais das mesmas.

Para elaboração do Projeto de Adequação junto ao Corpo de Bombeiros, são necessários os seguintes documentos:

  • Escritura autenticada em Cartório que comprove que a edificação foi construída anteriormente a Setembro de 1976;
  • Xerox da identidade do síndico;
  • Xerox da Ata de Convenção do Condomínio nomeando o atual síndico (autenticada);
  • Quitação de taxa no valor 1/2 UFERJ a ser recolhida junto ao ITAÙ;
  • Recolhimento da taxa de execução pelo responsável junto ao CREA (ART - Anotação de Responsabilidade Técnica);
  • Necessidade de Engenheiro Civil ou Arquiteto se responsabilizando pelo Levantamento Arquitetônico (para o caso de não existirem mais as plantas originais devidamente assinadas).

Observação: A critério do Corpo de Bombeiros, outros dispositivos de extinção de incêndio e segurança poderão ser exigidos pelo mesmo, em função das particularidades das edificações que serão analisadas.

OBS.: Para emissão da guia de emolumento deve-se acessar o sito www.funesbom.rj.gov.br , caso deseje a guia também poderá retirada em qualquer Unidade do Corpo de Bombeiros que possua a SST (Seção de Serviços Técnicos).

Sendo assim os proprietários ou responsáveis, deverão apresentar ao quartel do Corpo de Bombeiros responsável o Projeto de segurança contra incêndio e pânico. Aprovado o projeto, obterá o Laudo de Exigências e após seu cumprimento poderá solicitar o Certificado de Aprovação e no caso de edificações de "reunião de público" o Certificado de Registro.

O Laudo de Exigências é o documento que contém todas as informações sobre a edificação e as medidas de segurança determinadas pelo Corpo de Bombeiros. Para determinarmos para qual quartel será encaminhado o processo solicitando o Laudo de exigências deverão ser analisadas as características da edificação tais como sua finalidade, número de pavimentos, área total construída e grau de risco. Os processos poderão ser analisados pelos quartéis de área ou dependendo das características da edificação, ser encaminhados para a Diretoria Geral de Serviços Técnicos, no Quartel Central. No segundo caso deverá ser anexado ao processo o projeto de segurança contra incêndio e pânico elaborado por empresa ou engenheiro de segurança credenciados no Corpo de Bombeiros.

O Certificado de Aprovação é o documento que indica que todas as medidas consignadas no Laudo de Exigências foram cumpridas. Este documento é requerido junto às OBMs de origem, isto é, aos quartéis responsáveis pelas áreas onde estão localizadas as edificações. Como determina o Decreto 897 de 21 de Setembro de 1976, Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico e lei 966 de 30 de abril de 1984, modificadas pela Lei 1.384 de 10 de maio de 1989, que determina que todos os prédios e outros estabelecimentos têm que renovar seu Certificado de Aprovação junto ao Corpo de Bombeiros de 02 em 02 anos.

É muito importante ter o estabelecimento aprovado junto ao Corpo de Bombeiros e seu Certificado de Aprovação Atualizado, com colocação do Laudo de Exigências e Certificado de Aprovação na portaria para evitar MULTAS.

O Certificado de Registro é o documento com a determinação de medidas de segurança específicas para edificações de reunião de público (teatros, cinemas, casas de Show, clubes, boates etc.). Só pode ser emitido quando a edificação possui Laudo de Exigências e Certificado de Aprovação, devendo ser renovado anualmente.

 Sistema de Pressurização (CMI – Casa de Máquina de Incêndio)
Instalação e Manutenção
O sistema de pressurização consiste normalmente em uma bomba de incêndio, dimensionada a propiciar um reforço de pressão e vazão, conforme o dimensionamento hidráulico de que o sistema necessitar. A REVISÃO DO SISTEMA DE PRESURIZAÇÃO é realizada anualmente.
 Manutenção de Portas Corta-fogo
As portas corta-fogo são grandes aliadas no combate aos incêndios. Impedem a propagação do fogo, asseguram as rotas de fugas dos civis e o acesso dos bombeiros que combaterão o fogo.

Para que as portas apresentem bom desempenho durante um possível incidente, é necessário realizar manutenções preventivas e reparadoras.

De acordo com a Norma NBR 11742, deve ser feita regulagem ou substituição dos elementos que não estejam em perfeitas condições de funcionamento, bem como limpeza e lubrificação das partes móveis. O responsável pela manutenção das portas corta-fogo deve efetuar: verificações do funcionamento automático e de todos os acessórios (fechaduras, dispositivos anti-pânico, selecionadores de folhas e travas, etc.). Também deve ser efetuada a limpeza dos alojadores de trinco, do piso e do batente, com a remoção dos resíduos e objetos estranhos que dificultem o funcionamento das partes móveis (dobradiças fechaduras e trincos).
 Instalação de sistema de detecção e alarme de incêndio
Este sistema tem a finalidade de detectar imediatamente o princípio de incêndio, através de sensores, pelos seus sintomas iniciais, como gases de combustão invisível, fumaças, chamas ou calor.
 Sistema de Pára-Raios
- Projetos;
- Instalações;
- Manutenções.
Franklin - composto por um captor, montado sobre um mastro metálico, que é ligado a cabos de descida, também metálicos, que conduzem a eletricidade ao solo por meio do aterramento.

Gaiola de Faraday - malha de fios metálicos com pequenas hastes conectadas a cada 8 metros, que recebem as descargas elétricas. Essa malha é conectada aos cabos de descida, que estão ligados às hastes de aterramento.

A REVISÃO DO SISTEMA DE PÁRA-RAIOS é realizada anualmente.
 Brigada de Incêndio
Contamos com uma equipe treinada e altamente capacitada, com larga experiência para avaliar os riscos existentes, utilizarem equipamentos de combate a incêndio, reduzindo os riscos à população fixa e flutuante e ao patrimônio, como também o controle de pânico e tumulto facilitando o trabalho do Corpo de Bombeiros.
 Treinamento de Combate a Incêndio e Primeiros Socorros
A brigada irá identificar situações passíveis de ocorrência de sinistros, bem como atuará no salvamento, evacuação e combate ao fogo, enfatizando os riscos inerentes. A formação de pessoal habilitado e constantemente treinado diminui a probabilidade de ocorrências deste tipo, devido sua formação estar pautada na prevenção.

 Teórico: (Prevenção de Incêndio)
Prevenção, o que é? Agentes extintores fixos
Atribuições da Brigada Classes de incêndio
Teoria do fogo Pontos de combustão
Combate à incêndio Agentes extintores portáteis
Métodos de extinção Desocupação de imóvel
Transmissão do calor Grupo de emergência
Instrução para a correta utilização Características do Sprinklers
Planos de desocupação Chefia e Liderança
Característica dos extintores Brigada de Incêndio
Meios de escapes complementares Procedimentos dos empregados

 Teórico: (Primeiros Socorros)
Obstrução respiratória
Hemorragia
 
  • Vítima consciente engasgada
  • Vítima inconsciente engasgada
  • Bebê engasgado
  • Parada respiratória
  • Adulto, criança e bebê
 
  • Ferimento
  • Procedimentos em hemorragias externas
  • Hemorragias internas (ferimentos fechados)
Parada cárdio- respiratória Emergência clínica
     
  • Infarto Agudo do Miocárdio
Transporte de Acidentado Ferimentos especiais
     
  • Ferimento na cabeça
  • Ferimentos nos olhos
  • Fraturas expostas
  • Tórax instável
Queimaduras Choque elétrico
 
  • Definição
  • Classificação
  • Gravidade quando à extensão
  • Conduta
  • Procedimento
 
  • Definição
  • Fisiopatologia
  • Gravidade da lesão
  • vias de corrente
  • Quadro clínico
  • Conduta

 Prático:
Técnica e Tática de Combate a princípio de incêndio com utilização dos extintores
Técnica de acesso em ambientes confinados
Retirada e Transporte de acidentados
Técnica e Tática de combate a incêndio com hidrantes, utilização dos equipamentos hidráulicos (hidrantes, mangueiras de incêndio, derivantes, esguichos, etc.) de combate a incêndio